23/05/2012

Convite Reunião PPAC - Junho 2012


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17/05/2012

Educação de Monlevade é a sétima melhor do Brasil

por Guilherme Assis/Acom - PMJM

14/05/2012 20:59

João Monlevade ganhou destaque nas páginas da revista Veja desta semana como a 7ª cidade brasileira em qualidade da educação. O ranking foi elaborado pela ONG Todos pela Educação. Monlevade alcançou a média de 41% entre os municípios que concentram o maior número de alunos com conhecimento adequado ou até superior ao esperado para a série que cursam no ensino fundamental. O ranking não avalia as faculdades.

Os números de Monlevade estão muito acima da média dos municípios brasileiros, que é de 23%. A revista traz matéria de três páginas com o título “Quem quer consegue". "A história de um grupo de municípios brasileiros, revelado em um novo ranking, mostra que é preciso aliar medidas simples à disciplina para distanciar-se da mediocridade”, diz o texto da Veja. A reportagem extraiu dados da Prova Brasil, do Ministério da Educação (MEC).

O economista Cláudio de Moura Castro, especialista em educação e articulista da revista disse que essas cidades não estão fazendo nada de mirabolante, mas sim levando a cabo um conjunto de iniciativas coerentes que têm tido continuidade, algo raro no país.

O secretário de Educação monlevadense, Fabrício Brandão, ressalta que essa conquista é de todos os educadores. “Estar entre os dez municípios brasileiros que se destacam pela qualidade no ensino é motivo para nós de muita satisfação. Tal fato evidencia a seriedade do trabalho desenvolvido pelos nossos educadores e coroa práticas de gestão comprometidas com a aprendizagem. O ranking indica que estamos, sim, no caminho certo, graças ao suporte e ao compromisso da Prefeitura com o desenvolvimento de uma educação de qualidade”, avaliou.

A Diretora-Executiva da ONG Todos Pela Educação, Priscila Cruz diz que os municípios bem avaliados como Monlevade mostram que é possível atingir e superar metas. "Eles não crescem apenas: eles superam metas. Essas cidades provavelmente têm clareza do que estão buscando, valorizam a educação e deveriam servir de inspiração para outras", comentou.

Alguns avanços da Prefeitura de Monlevade na Educação nos últimos três anos

- Programa Bebê a Bordo
Transporte gratuito para as mães levarem seus filhos às creches.

- Transporte Social Universitário
Ônibus especiais de graça para universitários que estudam em Itabira e no Vale do Aço.

- Formação continuada de professores
Cursos, seminários e palestras.

- Projetos específicos para desenvolvimento da aprendizagem
Por exemplo, o "Comunidade de Leitores" para incentivo à leitura.

- Aquisição de novos livros
Renovação das bibliotecas nas escolas.

- Estruturação da educação infantil e mais de 50% de ampliação de vagas
Compra de mobiliário, equipamentos, inauguração de duas creches e municipalização de uma unidade

- Atendimento especializado
Implantação de salas em sete escolas para atendimento de alunos com necessidades especiais

- Mobilização Social Pela Educação
Criação de programa com o objetivo de mobilizar as famílias a participarem da vida escolar dos filhos

- Reestruturação pedagógica da educação de jovens e adultos
Criação da EJA Intinerante - o professor vai onde o aluno está

- Implantação de 10 telecentros em vários bairros da cidade
Locais com computadores e acesso gratuito a Internet

- Implantação do IFMG (Instituto Federal de Minas Gerais)
Cursos técnicos de Segurança do Trabalho e Manutenção e Suporte em Informática

- Ampliação de oferta de cursos pela UAB (Universidade Aberta do Brasil)
Curso de Geografia e em breve Gestão Pública

- Primeira etapa do Monlevade Digital
Internet gratuita em várias regiões da cidade para facilitar o acesso a pesquisas escolares pelos estudantes em casa

24/02/2012

CONVITE - Reunião PPAC / Fevereiro 2012


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28/12/2011

Seminário de Mobilização e Informação para Construção do Plano Municipal para a Infância e Adolescência (2012 - 2021)

No dia 25 de novembro de 2011, no colégio Cesp, foi realizado o Seminário de Mobilização e Informação para Construção do Plano Municipal para a Infância e Adolescência (2012 - 2021).


O Plano Decenal tem como base o desenvolvimento de ações intersetoriais e articuladas, buscando superar planos governamentais limitados a uma gestão e substituindo políticas de governo por uma política de Estado.


Participaram do evento cerca de 100 pessoas, entre convidados e apresentadores, no período de 07:30 às 17:30 horas. Estiveram presentes o Gestor Municipal,Secretários Municipais, representações dos diversos setores do Sistema de Garantia de Direitos, além da participação de adolescentes.


Os alunos do EMIP, através do Projeto Acordes, abrilhantaram o evento apresentando um rico repertório musical ao som de violinos e flautas.


Os materiais produzidos no Seminário, através das oficinas de trabalho, juntamente com o material das pré-conferências, da 5ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, do diagnóstico do Programa Prefeito Amigo da Criança e da Pesquisa realizada com crianças de escolas públicas e particulares do Município, darão subsídios para a construção de um Plano voltado às necessidades locais e articulado com os Planos Nacionais. Políticas baseadas em capacidades locais tendem a ser sustentáveis e bem sucedidas.





19/12/2011

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01/12/2011

Exercício físico para crianças precisa ser na hora certa

Competição antes dos 13 anos é contraindicada por pediatras, que ensinam aos pais a escolher a atividade

Antônio Marinho
Juliana Câmara
Publicado 25/11/11


RIO - Enquanto crianças e adolescentes passam um tempo cada vez maior diante de jogos eletrônicos, pediatras chamam a atenção para a epidemia de obesidade e a necessidade de se colocar os pequenos para fora do sofá: dados do IBGE mostram que 15% dos brasileiros entre 6 e 18 anos estão acima do peso; 5% obesos. Mas entre tantas opções, como escolher a atividade e quando começar? Primeiro, a criança deve gostar do exercício; depois, esporte competitivo só é recomendado a partir de 13 anos.

Jogos em grupo, como futebol, vôlei, e queimado, judô e balé são apropriados a partir dos 5 anos, se enfatizarem cooperação e altruísmo:

— Até os 12 anos, essas atividades devem ser lúdicas. Antes dessa idade, a criança ainda não tem estrutura psicológica para competir. Pode-se brincar de premiar quem ganha, quem perde — ensina Isabel Rey Madeira, da Sociedade Brasileira de Pediatria e autora do livro "Filhos, de 2 a 10 anos de idade" (Manole).

Se a criança está gordinha, Isabel sugere começar pela natação, pois a água protege mais das lesões. E essa atividade não expõe tanto dificuldades que ela possa ter, em função do excesso de peso.

Bebês de seis meses já podem brincar na piscina

Mas vale a regra: é a criança quem tem que escolher. Caso ela prefira algum jogo em equipe, não há problemas. E os pais não devem se esquecer de consultar o pediatra, para afastar riscos à saúde, seja qual for a preferência.

Ela tem razão, afirma o pediatra Ricardo Rego Barros, chefe do Serviço de Adolescentes do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (da UFRJ).

— Os pais devem respeitar as escolhas de seus filhos. Estudos americanos dizem que 75% das crianças e adolescentes obrigados a praticar um esporte abandonam a atividade aos 14 a 15 anos — conta. — É muito importante que eles experimentem várias modalidades antes de se dedicar a um esporte.

Para crianças acima do peso, Jayme Murahovschi, da Academia Brasileira de Pediatria, indica uma caminhada, corrida e pedalada. A criança pode fazer isso por uma hora, seis vezes por semana. Se a ideia for apenas mantê-la em movimento, sem preocupação com as medidas, basta praticar 30 minutos.

Além de queimar calorias, a atividade física na infância ajuda no desenvolvimento da coordenação, do equilíbrio e sociabiliza, entre outros benefícios. E se pode começar antes do primeiro ano; como a iniciação na piscina. Se o bebê não sofre de otite, já pode cair na água aos seis meses. A mãe de José Francisco Prado, de 1,6 ano, Luisa Prado, percebe a evolução do menino de uma aula de natação para outra, numa academia carioca:

— Ele está cada vez mais esperto. E a aula tem música, o que ajuda na identificação dele com a atividade na água.

Ricardo Barros aprova e dá uma dica importante:
— É preciso avaliar o preparo dos professores e condições de higiene dos locais.
Os profissionais são unânimes: fora da academia, brincar é sempre um bom exercício.

Assessoria de Comunicação da SBP

07/11/2011

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